domingo, fevereiro 21, 2010
sábado, janeiro 16, 2010
sábado, dezembro 26, 2009

E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar.
Chove no Natal presente.
Antes isso que nevar.
Pois apesar de ser esse
O Natal da convenção,
Quando o corpo me arrefece
Tenho o frio e Natal não.
Deixo sentir a quem quadra
E o Natal a quem o fez,
Pois se escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés.
Fernando Pessoa y Merry Christmas, Foto de Ángel Durán
sábado, dezembro 19, 2009
Bolo de Natal
Ingredientes:
1 Chávena de Amizade;
2 Chávenas de compreensão;
1 Chávena de Paciência;
1 Chávena de Humildade;
1 Copo grande transbordando de alegria;
1 Pitada de bom humor;
1 Colher de fermento de vida cristã.
Preparação
Meça as palavras cuidadosamente, acrescente amizade, a compreensão, a paciência e a humidade, misturando tudo com muito jeito. Use o fogo brando, nunca ferva.
Tempere com alegria, o bom humor e a vida cristã.
Sirva poções generosas, sempre com muito amor. Não deixe esfriar. A temperatura é do coração. A receita nunca falha.
Ingredientes:
1 Chávena de Amizade;
2 Chávenas de compreensão;
1 Chávena de Paciência;
1 Chávena de Humildade;
1 Copo grande transbordando de alegria;
1 Pitada de bom humor;
1 Colher de fermento de vida cristã.
Preparação
Meça as palavras cuidadosamente, acrescente amizade, a compreensão, a paciência e a humidade, misturando tudo com muito jeito. Use o fogo brando, nunca ferva.
Tempere com alegria, o bom humor e a vida cristã.
Sirva poções generosas, sempre com muito amor. Não deixe esfriar. A temperatura é do coração. A receita nunca falha.
domingo, dezembro 13, 2009
quinta-feira, novembro 05, 2009

"Nadie que ame la vida puede despreciar la literatura y nadie que ame la literatura puede despreciar la vida. Pero leer es también vivir: vivir leyendo y leer la vida. Encerrarse en la lectura de las letras es negar el principio vital motor del arte: la vida vivida."
Laura Esquivel, Íntimas Suculencias, Barcelona, De Bolsillo, 2007 y Posta 2, Foto de Ángel Durán
segunda-feira, novembro 02, 2009

«Um dia, alguém te vai dizer que morri. Não acredites. Não é verdade. Eu não morro enquanto viverem os meus sonhos. Confio-tos a ti, e são tudo aquilo que te posso deixar. Faz uma capa com eles, Teresa. Veste-a e tem cuidado para não a estragares. É feita dos meus sonhos. Que vão passar a ser teus, no dia em que alguém te disser que morri.»
Sveva Casati Modignani, A Viela da Duquesa, 7ªedição, Porto, Asa Editores, 2005.
quinta-feira, outubro 29, 2009
quinta-feira, outubro 15, 2009
domingo, outubro 04, 2009
domingo, setembro 20, 2009

Cómo hubiera podido el hombre,
sin la ayuda del perro, conquistar, amaestrar,
esclavizar a los otros animales?
Cómo podría hoy todavía descubrir, cazar,
destrozar a las bestias salvajes y a las alimañas?
(...) Así pues, el primer arte del hombre
fue la educación del perro, cuyo fruto fueron
la conquista y la posible posesión de la Tierra.
Buffon (1707 - 1788) y Mastiff - Mastín de Xalima, Foto de Ángel Durán
terça-feira, setembro 01, 2009

ALMIAR
sé que viajar por la carretera larga
debería anular el terror de quien viaja.
con el tiempo se hizo posible hacerlo
aunque el destino no conduzca a ese deseo.
ver pasar la llanura, las azaleas, los alcornoques
rodear por dentro el drama, el mugar del río
en el que los ojos observan el almiar ocre
y el sabor morado del madroño.
pues bien, así se hace la entrega del cuerpo
a la carretra y a la velocidad, al hijo que
canta feliz y a su risa, risa que vale el mundo etero.
entonces el miedo no duda en asaltar el futuro.
el miedo transformado en gigante de dos cabezas:
osado, pero con más ojos para llorar.
João Candeias y Puerto de El Soto, San Martin de Trevejo - 2007, Foto de Ángel Durán
sexta-feira, julho 31, 2009

"Quem parte em busca de Xerazade
Por terra, pelos ares ou pelos mares?
Quem ousa beijar os seus lábios de carmim
E viver para contar esta história?
Eu ouso buscar Xerazade,
Durante mil e uma noites.
Procuro - a na lua minguante
E no sol poente.
Quem pode reter Xerazade
Depois do sol nascer?
Irei procurá - la na lua minguante,
Durante mil e uma noites."
Joanne Harris, Valete de Copas e Dama de Espadas
Por terra, pelos ares ou pelos mares?
Quem ousa beijar os seus lábios de carmim
E viver para contar esta história?
Eu ouso buscar Xerazade,
Durante mil e uma noites.
Procuro - a na lua minguante
E no sol poente.
Quem pode reter Xerazade
Depois do sol nascer?
Irei procurá - la na lua minguante,
Durante mil e uma noites."
Joanne Harris, Valete de Copas e Dama de Espadas
quarta-feira, julho 29, 2009
domingo, julho 26, 2009
quinta-feira, julho 23, 2009

O que me dói não é
O que há no coração
Mas essas coisas lindas
Que nunca existirão...
São as formas sem forma
Que passam sem que a dor
As possa conhecer
Ou as sonhar o amor.
São como se a tristeza
Fosse árvore e, uma a uma,
Caíssem suas folhas
Entre o vestígio e a bruma.
Fernando Pessoa y Carretera. San Martín de Trevejo, Foto de Ángel Durán
Subscrever:
Mensagens (Atom)











